Arquivo da categoria: Criptomoedas

4 aplicativos falsos de criptomoedas foram removidos da Play Store

Há um ditado popular que diz que a diferença entre o remédio e o veneno depende da dose. Este ditado pode ser muito bem aplicado para a relação entre aplicativos mobile e usuários de criptomoedas. Neste setor, um aplicativo pode ser a bênção ou a maldição tanto de usuários como de empresas por um fator em comum: a segurança.

Dispositivos móveis são um alvo fácil

Pela conveniência de sempre, os aplicativos ou wallets/carteiras de criptomoedas são bastante utilizados por usuários. Porém, é preciso ter cuidado. Quatro novos aplicativos fake/maliciosos foram identificados pelos pesquisadores da Google Play Store apenas nesta semana.

Estes aplicativos tinham por objetivo imitar as soluções legítimos existentes de algumas carteiras de criptomoedas. Das quatro aplicações detectaadas, duas delas visavam atingir usuários da criptomoeda NEO. Outro visava defraudar usuários d USDT da Tether. Todos os aplicativos foram instalados dezenas de vezes. Isto é algo realmente preocupante. Mas emboro Google tenha banido tais aplicativos de seu marketplace, os usuários ainda podem estar sendo prejudicados e há uma certa expectativa de que outros aplicativos maliciosos surjam a cada dia.

O principal objetivo por trás destas carteiras maliciosas tem sido:

  • Atividade de phishing para a coleta de informações como login, senhas e chaves privadas;
  • Os ladrões querem roubar diretamente criptomoedas relacionadas às aplicações por meio de uma oferta de uma carteira falsa. Como as transações são irreversíveis, é sempre improvável que o usuário prejudicado recupere o seu ativo.

O incidente ocorrido na loja de aplicativos do Google segue apenas uma série de problemas recorrentes e crescentes relacionadas ao Android. Há vários meses, aplicações falsas e/ou maliciosas tem passado com relativa facilidade pelos mecanismos de segurança do Google por motivos que ainda são desconhecidos. Porém, sabemos que os aplicativos de carteiras são particularmente problemáticos neste sentido, pois é bastante difícil identificar uma oferta de carteira real de uma carteira falsa visto que a arquitetura da aplicação é construída basicamente da mesma maneira.

Hacker digitando em seu notebook
Fonte: Pixabay

Dispositivos Android são um alvo relativamente fácil

Outro aspecto preocupante é o fato de os aplicativos de hoje serem fáceis de criar e de se disseminar. As quatro carteiras falsas identificadas pelo Google foram criadas utilizando o AppyBuilder. Este software possui uma interface de blocos de arrastar e soltar que permite com que praticamente qualquer indivíduo crie um aplicativo Android apenas conhecendo princípios lógicos de programação.

Dito isto, o armazenamento de criptomoedas por meio de carteiras em dispositivos móveis tem se tornado algo cada vez mais inseguro. E apesar da queda nos preços o interesse no conhecimento e operação com criptomoedas tem sido cada vez mais crescente. E como o Android ainda é o sistema operacional móvel mais popular, os criminosos sempre o focam em suas metas cadas vez mais audaciosas, isto fica ainda mais fácil quando estes criminosos tem caminho livre para publicação de seus aplicativo via Play Store.

Ripple sobe 6% após acordo de adoção entre Brasil e Japão

O token XRP da Ripple registrou um lucro de 6% para estabelecer uma alta semanal para US$ 0,534. A alta também levou a moeda a substituir o Etherum como a segunda maior criptomoeda por capitalização de mercado.

O token XRP da Ripple registrou um lucro de 6% para estabelecer uma alta semanal para US$ 0,534. A alta também levou a moeda a substituir o Etherum como a segunda maior criptomoeda por capitalização de mercado.

O valor do XPR/USD subiu de 0,506-fiat para 0,535-fiat nesta segunda-feira. A ação do preço passou por uma correção negativa de baixa mais tarde. Encontrou o suporte em 0.516-fiat e é desde insinuar um viés ascendente mais adicional. O par agora está sendo negociado a 0,532-fiat, buscando recuperar a alta semanal, seguida por uma fuga para 0,556, a alta de 6 de novembro.

Para o lado negativo, um impulso abaixo de 0,516-fiat poderia permitir ao mercado localizar o próximo suporte provável em 0,506-fiat. O nível também marca um alvo downside para day traders, procurando entrar em posições curtas para os níveis e gerar lucros intraday máximos.

 Gráfico de alta do preço do Ripple em 14/11/2018
Fonte: TradingView.com

Parceria entre Brasil e Japão

No último dia 9 de novembro o banco japonês MUFG Bank anunciou uma parceria com o Banco Bradesco por meio de um Memorando de Entendimento (MoU). O objetivo da parceria é a criação de de um corredor de pagamentos transfronteiriços entre os dois países por meio da tecnologia Ripple.

Ripple melhor que Bitcoin e SWIFT?

Há rumores de que o Ripple estaria buscando uma parceria com a SWIFT. Segundo Garlinghouse, o Ripple poderia substituir o SWIFT como principal rede financeira interbancária do Mundo. Para ele:

“As tecnologias que os bancos usam hoje que a SWIFT desenvolveu décadas atrás não evoluíram ou acompanharam o mercado”. “Swift disse que não há muito tempo eles não viam blockchain como uma solução para os bancos correspondentes. Temos mais de 100 clientes dizendo que discordam”.

O CEO também projetou o XRP como uma moeda melhor que o Bitcoin. Ele disse que o dinheiro deles é 1.000 vezes mais barato e mais rápido do que o principal ativo criptográfico do mundo. Os comentários vieram depois que os rumores sobre a Casa Branca procurando colocar o XRP contra o Bitcoin surgirem no mês passado.

O Maior Banco do Japão usará Ripple para Pagamentos com o Brasil

O maior banco do Japão, o MUFG – Mitsubishi UJF FInancial Group e o Banco Bradesco do Brasil anunciaram que devem colaborar em um novo serviço de pagamento internacional baseado na tecnologia da Ripple.

O MUFG, o maior banco do Japão e o brasileiro Banco Bradesco devem ser parceiros em um novo serviço de pagamentos internacionais que utiliza a tecnologia Ripple como base.

Os dois bancos assinaram um Memorando de Entendimento. Por meio deste, concordam em realizar o desenviilvimento conjunto do sistema. Uma vez implementado, o sistema permitirá pagamentos internacionais (crossboarders) mais rápidos, transparentes e rastreáveis entre o Japão e o Brasil. Uma vez implementado, o sistema permitirá pagamentos internacionais rápidos, transparentes e rastreáveis entre o Japão e o Brasil.

Segundo o divulgado pelo MUFG:

“O novo sistema de pagamento – desenvolvido pela Ripple, um fornecedor de softwares baseado em São Francisco – ajudará os bancos à medida que eles trabalham para comercializar uma solução de pagamento transfronteiriço de alta velocidade, transparente e rastreável entre o Japão e o Brasil.
Em 2017, o MUFG Bank afirmou que se uniria ao grupo interbancário da Ripple dos principais responsáveis pela construção, manutenção e aprimoramento de regras que garantam consistência operacional e clareza jurídica para apoiar a rede global de pagamentos da Ripple.”

O MUGF é o maior grupo bancário japonês e recentemente anunciou o lançamento de sua própria criptomoeda. O banco também fornece serviços especializados no Brasil e na América Latina. O Bradesco é paulista e é o banco universal líder de mercado no Brasil.

Sobre a Ripple

A Ripple é uma fornecedora de software de sistema estabelecida em 2012 em San Francisco. O software de pagamento entre países desenvolvido pela Ripple usa o Interledger Protocol, um protocolo de internet que fornece a função de mensagens pré e pós-liquidação e permite a liquidação em tempo real e a entrega de fundos. Instituições financeiras com este
software pode transacionar entre si através da rede RippleNet.


Fonte da imagem: Pexels

Google anuncia que afrouxará o cerco sobre anunciantes de criptomoedas

O grande Golias da internet anunciou recentemente que irá afrouxar o cerco sobre a publicidade sobre criptomoedas a partir do próximo mês.

Em uma recente atualização de sua política, a empresa sediada em Mountain View revela que permitirá que algumas exchanges de criptomoedas anunciem em suas plataformas, porém tal atividade será liberada apenas nos Estados Unidos em Japão.

Atualização à Política de Produtos e Serviços Financeiros do Google
Atualização à Política de Produtos e Serviços Financeiros do Google Fonte: Google.com

“A Política de Produtos e Serviços Financeiros do Google Ads  vai ser atualizada em outubro de 2018 para permitir o anúncio da negociação regulada de criptomoedas nos Estados Unidos e no Japão”, diz o anúncio.

Para operar legalmente, os anunciantes terão que ser certificados pelo Google para o país específico onde pretendem veicular seus anúncios.

Após o lançamento das atualizações das políticas em outubro, as exchanges de ativos digitais poderão solicitar a sua certificação.

Embora o lançamento esteja previsto para outubro, não há data exata no momento. O Google não declarou como isso será implantado e aplicará a política.

O anúncio afirma que o Google atualizará as páginas de produtos e serviços financeiros quando a política entrar em vigor. Então, parece que podemos esperar detalhes completos na medida em que a medida entrar em vigor.

O Google tem procurado pela regulamentação dos anúncios sobre criptomoedas em suas plataformas. Há alguns meses atrás, o Google anunciou a proibição de aplicativos de mineração de criptomoeda na Google Play Store.


Imagens: Google e Pixabay

Opera lança versão beta labs de sua carteira de criptomoedas

A Opera está lançando hoje uma edição beta do seu navegador desktop com funcionalidade de carteira criptografada embutida.

A Opera anunciou pela primeira vez que integraria uma carteira de criptomoedas integrada ao seu navegador de desktop no início de agosto, e a versão “Labs” está aberta para testes em modo beta privados.

De acordo com a postagem de seu blog, a nova edição permitirá que os usuários autentiquem transações Web 3.0 e descentralizadas de aplicativos (DApp) feitas em seus computadores usando seu telefone Android. O “Labs” é, portanto, totalmente interoperável com a carteira de criptomoedas móvel que a Opera lançou pela primeira vez como parte de sua versão beta do Opera para Android em julho deste ano.

Opera Browser com Crypto Wallet. Fonte: Opera.com

O Opera enfatizou que os usuários não precisam configurar uma nova carteira e continuar armazenando com segurança as chaves da carteira no hardware do telefone. O sistema de desktop móvel emparelhado também aproveitará o bloqueio do sistema do telefone para proteger transações usando confirmações de impressão digital para transferências de tokens e interações do DApp.

Assim como no aplicativo móvel, o cliente de desktop suporta colecionáveis ​​digitais – “coisas” digitais não fungíveis, como CryptoKitties ou cartões de beisebol – que os usuários puderam enviar diretamente entre as carteiras de criptomoedas do Opera a partir de 7 de setembro.

Em julho, a gigante dos eletrônicos HTC informou que lançaria um smartphone, o HTC Exodus, contendo uma carteira com criptomoedas e CryptoKitties no final de 2018.

Como publicado anteriormente, a carteira de computadores móveis interoperável do Opera funciona permitindo que os usuários conectem seu navegador de desktop ao seu aplicativo móvel com criptografia ativada por escaneamento de um código QR – um sistema que o Opera vem usando para sincronizar aplicativos de desktop por vários anos , como por exemplo, o cliente web do Whatsapp.

Os navegadores para dispositivos móveis e Web do Opera incluíram, notavelmente, o software anti-criptografia a partir de janeiro deste ano. Em agosto, o navegador Firefox anunciou que bloqueará malware com criptografia em versões futuras de seu navegador.

Venezuela lança aplicativo para converter Bolívar e moeda atrelada ao Petro

O recente lançamento do Banco Central da Venezuela realiza a conversão da antiga moeda, o Bolívar para o Petro. Esta última é atrelada ao Bolívar Soberano, que é cinco zeros menor que o seu predecessor.

O Banco Central da Venezuela, o banco central da Venezuela, lançou um aplicativo para Android com o objetivo de ajudar os moradores do país a converter o antigo bolívar de moeda fiduciária do país no recém-desenvolvido Bolivar Soberano, com sede na China. Como o banco disse, o aplicativo é “uma ferramenta para todos e todos os venezuelanos e os melhores aliados terão que entender e assimilar o processo de re-denominação monetária”.

Chamado de “Calculadora Soberana”, o aplicativo converte facilmente Bolívar para Bolívar Soberano, removendo cinco zeros do montante a ser convertido. O aplicativo já tem ganho relativa popularidade. Com mais de 10.000 instalações, o app possuir 223 avaliações. No momento, a “Calculadora Soberana” tem classificação de 4,6 estrelas na Google Play Store.

Apesar de passar por um período de crise econômica, a Venezuela continua sendo um país amigo da criptografia. Em julho, o líder venezuelano Nicolás Maduro desvalorizou Bolívar em 95% e converteu o novo Bolívar em criptomoeda existente, o Petro (PTR).

Aplicativo da Calculadora Soberana no Google Play
Aplicativo da Calculadora Soberana no Google Play.
Fonte: Google Play Store

Depois disso, Nicolás Maduro disse que Petro seria tratado como uma moeda alternativa no país e observou que antes de tomar esta decisão definitiva, já tinha realizado vários testes com o  Petro. A Venezuela fez com que suas companhias aéreas aceitassem pagamentos com o Petro e deu à Índia uma oferta de 30% de desconto nos preços do petróleo se os pagamentos fossem feitos na Petro, mas esse desconto foi rejeitado.

Em abril deste ano, Daniel Peña, secretário executivo do Blockchain Observatory, da Venezuela, afirmou que o impacto do Petro seria sentido dentro de “três a seis meses”. Como podemos ver, essa previsão se mostrou verdadeira.

Recentemente, Maduro forneceu novas diretrizes. Acreditando que o Petro é uma ferramenta para superar as dificuldades econômicas, o presidente da Venezuela anunciou oficialmente que o Petro se tornará uma unidade contábil usada dentro do país. Desde 20 de agosto, a Venezuela possui um novo sistema contábil. Existem duas unidades de conta oficialmente reconhecidas. O primeiro será o Petro, enquanto o segundo é um novo Bolívar denominado “petro-index”.

Além disso, ainda em agosto, a moeda venezuelana foi desvalorizada em quase 96%. O lançamento do Petro ajudou os venezuelanos a evitar as consequências das sanções econômicas dos EUA. Os residentes estão encontrando refúgio seguro no Bitcoin e estão massivamente transferindo seu dinheiro para ativos digitais enquanto liquidam seus fiats Bolívares desde o início deste ano.


Imagem de capa: Pixabay

A decisão da SEC sobre ETF Bitcoin quebra a esperança de uma corrida do ouro pelas criptomoedas

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (Securities and Exchange Commission – SEC) proferiu a aguardada decisão sobre as propostas pendentes de fundos negociados em bolsa (ETF) na quarta-feira, e a decisão não foi a notícia que a indústria de criptomoedas esperava.

A agência rejeitou todas as nove propostas de ETFs de Bitcoin arquivadas pela ProShares, Direxion e GraniteShares em três ordens separadas, de acordo com o portal de notícias CNBC.

Enquanto todos os três provedores de ETF deram seu próprio raciocínio sobre por que um ETF Bitcoin deveria ser concedido, a SEC os rejeitou por motivos comuns.

A agência observa que essa rejeição não tem nada a ver com o fato de a tecnologia Bitcoin e blockchain ter utilidade ou valor como inovação ou investimento. De fato, a SEC concluiu que nenhuma das bolsas poderia demonstrar satisfatoriamente sua capacidade de impedir atos e práticas fraudulentas e manipuladoras.

A SEC também citou a incapacidade das bolsas de provar que os mercados futuros de Bitcoin são “mercados de tamanho significativo” como a outra razão para a rejeição das as propostas.

A SEC observa que é importante que os mercados futuros de Bitcoin sejam de tamanho significativo, porque as bolsas não conseguiram provar sua capacidade de evitar fraude e manipulação por outros meios. Portanto, “o compartilhamento de vigilância com um mercado regulado de tamanho significativo relacionado ao Bitcoin” é necessário para satisfazer os requisitos legais de prevenção de fraude e manipulação no comércio de ETFs.

Vale a pena notar que a SEC não aprovou nenhum ETF de criptomoeda até o momento. No mês passado, a agência rejeitou uma proposta de ETF Bitcoin apresentada pelos gêmeos Winklevoss pela segunda vez. A agência ofereceu uma argumentação semelhante para o indeferimento, citando a “falta de compartilhamento de vigilância com um mercado regulado de tamanho significativo”.

O julgamento da SEC não é uma surpresa, dadas suas rejeições e argumentos anteriores. No entanto, muitos entusiastas dos criptoativos esperavam que uma decisão positiva pudesse dar início a uma nova corrida para os mercados de criptomoeda.

A CNBC observou que os preços do Bitcoin aumentam em especulações toda vez que se espera uma decisão da SEC sobre os ETFs:

Os preços conturbados do bitcoin saltaram à frente de outros prazos da SEC para ETFs neste verão. A criptomoeda subiu 20%, acima dos US $ 8.000, no final de julho, devido a rumores de que outro ETF, proposto por VanEck, seria aprovado em agosto. Essa decisão foi posteriormente adiada pela agência. 

Mesmo ontem, antes da decisão da SEC, o preço do Bitcoin aumentou em US$ 400 em menos de 20 minutos. Mesmo que não seja possível estabelecer uma conexão direta com a decisão da SEC, a CoinDesk observa que o previsto julgamento da ETF Bitcoin estava desempenhando um papel importante nos sentimentos comerciais por trás da criptomoeda.

“Embora os preços possam disparar se a SEC aprovar o ProShares [B]itcoin ETF, o mercado de [B]itcoin provavelmente entrará em crise se a SEC rejeitar a ETF ou atrasar a decisão”, observa Omkar Godbole para a Coindesk.

Mas nem todos estão interessados na decisão da SEC de afetar o mercado do Bitcoin. Um grupo de apoiadores do Bitcoin está argumentando que a SEC ou os ETFs não desempenham nenhum papel em afetar os “sentimentos” do mercado pelo ápice mundial da criptomoeda.

https://twitter.com/YORKyor780/status/1032302765601681410?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1032302765601681410&ref_url=https%3A%2F%2Fthenextweb.com%2Fhardfork%2F2018%2F08%2F23%2Fsec-cryptocurrency-bull-run%2F
Será que podemos finalmente parar com toda essa besteira de ETF?
Quantas negações precisam ser feitas antes que as pessoas entendam que o Bitcoin não precisa de um ETF.
https://twitter.com/ProofofResearch/status/1032458933154271232?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1032458933154271232&ref_url=https%3A%2F%2Fthenextweb.com%2Fhardfork%2F2018%2F08%2F23%2Fsec-cryptocurrency-bull-run%2F
2017: “Os grandes bancos não conseguem controlar o bitcoin! Esta é uma revolução financeira que não pode ser parada! Descentralização!”
2018: “A menos que tenhamos esses ETFs aprovados, estamos ferrados. Precisamos de dinheiro institucional de grandes agentes financeiros para salvar o Bitcoin!”

No entanto, outros – incluindo o líder do Projeto Monero, Riccardo Spagni (mais conhecido como Fluffypony) – estão apontando que o julgamento da SEC e a aprovação dos ETFs da Bitcoin desempenham um papel importante na obtenção do dinheiro de Wall Street no Bitcoin e nas criptomoedas.

https://twitter.com/fluffypony/status/1032453164010811392?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1032453164010811392&ref_url=https%3A%2F%2Fthenextweb.com%2Fhardfork%2F2018%2F08%2F23%2Fsec-cryptocurrency-bull-run%2F
[TokenPay]”Podem argumntar que os produtos financeiros suíços são superiores aos norte-americanos em virtude de a própria Suíça ser um patrimônio histórico seguro para investidores de alto patrimônio líquido”.
[Riccardo Spagni] “Não discordo, mas isso não altera o efeito que um ETF americano teria nos investidores institucionais dos EUA”.

Curiosamente, quase 10 horas desde que a decisão da SEC saiu, o mercado de Bitcoins não parece ter sido afetado tanto assim. Isso poderia ser um sinal de que o mercado de criptomoedas finalmente amadureceu a um nível que não é influenciado por todas as notícias.

Preço de mercado do Bitcoin de 22 de agosto de 2018 a 23 de agosto e 2018.
Preço de mercado do Bitcoin de 22 de agosto a 23 de agosto de 2018. Fonte: coinmarketcap.com
https://twitter.com/jeetsidhu_/status/1032463139214970881?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1032463139214970881&ref_url=https%3A%2F%2Fthenextweb.com%2Fhardfork%2F2018%2F08%2F23%2Fsec-cryptocurrency-bull-run%2F
“9 recusas da ETF hoje e o preço da Bitcoin permanece inalterado, a China proibiu várias vezes, a Coreia do Sul teve uma revolta quando tentou, o trust da Mt. Gox caiu, coinbase-ninja adicionando BHC, Bitmain uma força gasta. A inevitabilidade da hiperbitcoinização está subindo no sistema”.

Está claro pelas frequentes rejeições das propostas de ETFs com criptomoedas pela SEC e sua argumentação de que a agência americana não acredita que ainda seja o momento certo

O fato de os mercados de criptomoedas estarem sujeitos a manipulação significativa de mercado (em meio à falta de regulamentações) não é exatamente uma revelação para ninguém. Talvez seja melhor para o setor de criptomoedas defender melhores regulamentações de mercado antes de esperar que a SEC aprove os ETFs.

https://twitter.com/lopp/status/1032447874498482176?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1032447874498482176&ref_url=https%3A%2F%2Fthenextweb.com%2Fhardfork%2F2018%2F08%2F23%2Fsec-cryptocurrency-bull-run%2F
Os “grandes golpes” livrados [contra] Bitcoin pela acelerada taxa de rejeição de ETFs pela SEC.

Nota: Esta é uma tradução livre do artigo SEC ruling on Bitcoin ETF shatters hope for a cryptocurrency bull run.

As criptomoedas tomam conta da Venezuela após a falência do país

Com a Venezuela enfrentando uma inflação galopante e sofrendo várias sanções internacionais, o presidente Nicolás Maduro apelou para a criação de sua própria criptomoeda: o Petro. Esta, veio a se tornar a segunda moeda oficial do país nesta manhã, dia 20 de agosto.

Alguns acreditam que o país sobreviverá com a aplicação do uso das criptomoedas enquanto a sua moeda oficial deprecia e continua perdendo valor.

A adoção do Petro

Conforme noticiado pela NewsBTC no início desta semana, Maduro anunciou o plano de vincular a taxa de câmbio da moeda nacional à criptomoeda lançada pelo Estado, o Petro, financiada pelo petróleo – da qual também será atrelado um aumento do salário mínimo.

De acordo com Maduro, que falou em um pronunciamento televisionado na última sexta-feira, 17 de agosto, o Petro será avaliado em torno de US$ 60, ou 3.600 bolívares soberanos. Isto após o redesenho da moeda local que removerá 5 zeros da moeda nacional. O salário mínimo será fixado em metade disso, 1.800 bolívares soberanos, conforme relatórios da Breaker.

“Eles dolarizaram nossos preços. Estou ‘petrolizando’ salários e ‘petrolizando’ preços “, disse Maduro. “Vamos converter ao Petro na referência que fixa todos os movimentos da economia”.

A Venezuela e as criptomoedas

Conforme observado, a economia da Venezuela está em frangalhos, com a hiperinflação rumando para 1.000.000% até o final de 2018, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

No ano passado, os EUA impuseram sanções cada vez mais restritivas às finanças e à emissão de dívidas da Venezuela, talvez em tentativas de tirar Maduro do poder. Os EUA, sob o comando do presidente Trump, também proibiram os cidadãos de realizar transações no Petro na tentativa de pressionar ainda mais a Venezuela.

Quando os anúncios originais do Petro foram feitos, as rachaduras começaram a aparecer rapidamente. O fundador da Ethereum, Vitalik Buterin, afirmou que o governo não está realmente prometendo petróleo, mas sim bolívares baseados no preço do petróleo. Outros, como o petroleiro venezuelano Francisco Monaldi, observaram que o estado é incapaz de explorar o campo de petróleo citado como a fonte do apoio.

Geralmente, parece que os moradores de longa data não se impressionam com tudo isso, segundo Christian García, repórter do sul da Venezuela:

“Eles continuam dando aos comerciais de Petro muito tempo de antena, mas as pessoas geralmente estão ocupadas demais tentando sobreviver para realmente se importar. As pessoas estão muito mais interessadas na loteria de animais.

María Flores, gerente de escritório de Caracas, considera o Petro simplesmente uma propaganda do governo:

“O governo quer que acreditemos que o Petro é a bala de prata para consertar a economia, mas a maioria das pessoas ignora isso. Eu não entendo, eu ignoro toda a propaganda. ”

Os conselheiros de Maduro apoiaram a proibição das criptomoedas (com a exceção do Petro), reconhecendo que as criptomoedas podem representar uma ameaça ao poder do Estado e ao monopólio do dinheiro. Felizmente para os venezuelanos, ainda não foram dados passos formais nesse sentido.

Apesar de tudo isso, parece que as criptomoedas certamente podem funcionar no país. Embora o Petro possa ser um empreendimento mal sucedido, a Venezuela tornou-se um terreno fértil para a atividade de criptografia – com alguns observadores vendo o país como um teste perfeito para um mundo monetário “pós-fiduciário”.

À medida que mais detalhes surgirem nos próximos dias, as coisas podem ficar mais claras. O que é possível de prever é que a tentativa de Maduro de “tokenizar” seu estado possa não funcionar como esperado por causa do clima econômico, mas isso não quer dizer que outras moedas digitais não continuem desempenhando um papel cada vez mais importante nas vidas dos venezuelanos.


Fonte: NewsBTC
Imagem: Pixabay

Cursos sobre criptomoedas: o novo mercado de estudos sobre os criptoativos

Se conhecimento é sinônimo de poder, a compreensão antecipada de uma nova tecnologia pode alavancar o desenvolvimento comercial de um grupo de pessoas, empresas, estado e até de um grupo de nações. Há pouco mais de um ano, as criptomoedas simplesmente explodiram no senso comum. E apesar de ainda não desfrutar de uma completa adoção de massa, ela já tem sido objeto de um crescente número de cursos sobre criptomoedas extra e intra acadêmicos.

Embora uma pequena minoria tenha o privilégio de compreender e desfrutar da tecnologia de codificação dos criptoativos (a Ciência da Computação e Criptografia por trás das criptomoedas), a outra e maior fatia dos usuários têm procurado obter uma introdução mais mercadológica do tema. Desta forma, este público deseja obter informações para decidir se – e até que ponto – deve adotar Bitcoins, altcoins e fazer uso da tecnologia blockchain.

Tanto no exterior como no Brasil, as universidades estão cada vez mais voltadas para o mercado. Este interesse tem proporcionado uma verdadeira corrida do ouro em direção às criptomoedas. Os cursos oferecem deste conhecimentos técnicos a mercadológicos sobre o assunto. Porém, mesmo que muitos cursos estejam apenas desejando ensinar ao seus alunos os conceitos básicos sobre blockchains ao invés de codificá-los, boa parte destes alunos tem demonstrado que a sede por este conhecimento tem valido a pena. Afinal de contas, qualquer inovação só pode ser plenamente adotada se o seu público tiver o conhecimento adequado para reconhecê-la.

Bitcoin Blockchain

Cursos sobre criptomoedas nos Estados Unidos

Na maior parte, os cursos sobre criptomoedas ocorre no contexto de programas relacionados a negócios, com muito poucas universidades oferecendo graus específicos em criptomoedas ou blockchains. Nos EUA, vários programas de MBA (Master of Business Administration) de alto perfil têm estado ou estão adicionando cursos de criptomoedas, permitindo que os alunos adquiram uma base em criptografia ao mesmo tempo que aprendam sobre contabilidade, finanças, empreendedorismo e assim por diante. . É o caso das seguintes instituições:

Atualmente, o maior crescimento no ensino sobre criptomoedas tem acontecido por meio de programas ligados a negócios. Ainda são poucas as universidades focadas no oferecimento de graduação específica na área técnica de criptomoedas e blockchains. Nos Estados unidos, vários são os programas de MBA (Master of Business Administration) de alto nível que têm adotado cursos relacionados a criptomoedas. Em sua maioria, eles permitem que os alunos adquiram uma base de conhecimentos em criptografia, contabilidade, finanças, empreendedorismo, entre outros. Algumas destas instituições seguem na lista abaixo:

  • Stanford Graduate School of Business
  • Escola de Negócios Haas, UC Berkeley
  • Escola de Negócios Stern da NYU
  • Escola de Negócios Fuqua, Duke University
  • MIT Sloan School of Management
  • UCLA Anderson School of Management
  • Georgetown University’s McDonough School of Business
  • A Wharton School (Universidade da Pensilvânia)

A Stern School of Business da NYU oferece aos alunos de seu MBA o curso chamado “Moeda digital, blockchain e o futuro da indústria de serviços financeiros” (do Inglês “Digital Currency, Blockchains, and the Future of the Financial Services Industry”). De acordo com a própria ementa do curso, ele visa “equipar os alunos para melhor compreender a lei e os negócios da tecnologia blockchain, tanto na sua aplicação inicial na moeda digital Bitcoin, como nas aplicações atualmente sendo exploradas para uma ampla variedade de usos e funções.”

O cursos sobre criptomoedas das instituições acima são amplamente voltado para os princípios básicos sobre criptomoedas e seu possível impacto no setor financeiro. Não há aspectos de codificação relacionados aos cursos já citados. outros tópicos abordados são: sistemas de pagamento ao longo da história, como funcionam as blockchains, criminalidade e criptomoedas e o gerenciamento de estruturas bancárias.

Dado que apenas três das escolas listadas acima ofereciam seus cursos quando a Cointelegraph publicou um artigo semelhante sobre blockchains e universidades cerca de um ano atrás, sua expansão indica que os cursos de criptomoeda estão tendo um crescimento constante. E o que é interessante sobre esse crescimento é que ele está sendo impulsionado, em grande medida, pelos próprios alunos, que em alguns casos estão pressionando suas universidades para incluir módulos, cursos e palestras sobre criptomoedas em seus programas.

As universidades e professores reconhecem a crescente demanda do público e do mercado por cursos relacionados a criptomoedas. Tal demanda foi elevada pelo boom de crescimento que as criptomoedas tiveram ao fim de 2017.

Criptomoedas: Bitcoin, Ethereum e Ripple

Cursos sobre criptomoedas oferecidos no Brasil

O Brasil também não fica atrás na corrida por conhecimento sobre os criptoativos e suas tecnologias. Alguma universidades e instituições privadas já disponibilizam uma série de cursos no setor.

Cursos de desenvolvimento em blockchain e criptomoedas

  • Blockchain Brasil;
  • Blockchain Academy;

O Brasil também já conta com cursos relacionados ao tema dentro e fora da academia. Aqui, devido a carência de desenvolvedores blockchain, empresas como a Blockchain Brasil e Blockchain Academy tem focado seus recursos na capacitação de desenvolvedores.

Cursos sobre criptomoedas oferecidos por universidades

  • Universidade Feevale
  • Faculdade PUC no Rio de Janeiro
  • FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista)

Assim como as universidades americanas, as universidades brasileiras apostam em conhecimentos básicos sobre criptografia e blockchain e investem seus recursos em capacitar os estudantes para a análise de cenários mais mercadológicos. A Universidade Feevale, por exemplo, em seu programa do curso “Criptomoedas e o futuro das transações e do dinheiro”, abordou apenas o cerne do mundo das criptomoedas.

A PUC do Rio de Janeiro, por meio de seu Núcleo de Pesquisa e Ensino do Empreendedorismo – NUPEM, aposta na compreensão do ecossistema das fintechs, no entendimento de sistemas de organização autônoma e descentralizadas, bem como conhecimentos em blockchain, criptomoedas e rede Ethereum. Um outro curso oferecido pela entidade é o de Operador de Criptomoedas, mais focado em uma abordagem ligada ao mercado financeiro.

A FIAP por meio do curso sobre criptomoedas: “Bitcoin e Blockchain – A revolução do dinheiro e das transações” promete oferecer conhecimento sobre criptomoedas, suas vantagens e desvantagens, bem como de suas aplicações práticas no dia-a-dia.

Cursos oferecidos por exchanges brasileiras

As exchanges brasileiras não ficaram de fora do páreo na hora de educar seus consumidores. Exchanges já estabelecidas como a FoxBit e a FlowBTC oferecem cursos básicos aos interessados em aprofundar seus conhecimentos para a operação no mercado de criptomoedas.

MOOCs e cursos no resto do mundo

A oferta e demanda por cursos sobre criptomoedas é bem maior nos EUA. Mas isto não indica que tais cursos não estejam disponíveis em outros lugares. Na verdade, existem vários lugares fora da terra do Tio Sam, onde os estudantes podem obter graus ou qualificações completos em um campo relacionado a criptomoedas

Em Chipre, a Universidade de Nicósia oferece um Mestrado em Moedas Digitais desde 2014, quando também lançou o primeiro módulo deste programa como um MOOC gratuito (curso online massivo aberto). Disponível on-line e em todo o mundo, o programa inclui palestras sobre bancos, regulamentação, aplicativos blockchain, mercados financeiros e programação em moeda digital. Sua cobertura é, portanto, bastante ampla, com sua visão geral afirmando que é “projetado para preparar os participantes para se tornarem profissionais competentes no campo da moeda digital”.

A Universidade de Nicósia não é o único lugar na Europa onde os estudantes podem obter um mestrado em criptomoedas. A Universidade de Alcalá, na Espanha, oferece agora um “Máster en Ethereum, Tecnología Blockchain e Cripto-Economía“, que promete “fornecer treinamento abrangente no campo da tecnologia blockchain, DAOs e contratos inteligentes, incluindo criptomoedas como um caso especial e transversal , de uma tripla perspectiva: tecnológica, econômico-financeira e regulatória “. Um foco similarmente tripartido também é evidente com o Expert Master em Blockchain and Cryptoeconomics organizado pela Universidad Autónoma de Madrid. De setembro a maio, o objetivo é “fornecer aos profissionais as ferramentas básicas relacionadas ao blockchain nesses três campos: tecnológico, econômico e legal”.

E enquanto seu diploma é um diploma de pós-graduação, em vez de um mestrado, a Universidad Europea Madrid também está tentando adaptar seu programa de criptografia especificamente para profissionais. Seu Diploma de Pós-Graduação em Bitcoin e Blockchain começa em outubro e dura seis meses, ao final dos quais os alunos “poderão analisar de maneira crítica a viabilidade técnica e jurídica de soluções baseadas em tecnologias blockchain e desenvolver projetos integrais relacionados a criptomoeda “.

Outro diploma vocacional está disponível no Instituto de Tecnologia de Buenos Aires, na Argentina. O Diploma em Criptoeconomia: Blockchain, Contratos Inteligentes e Criptomoedas é novamente voltado para pessoas “com conhecimentos básicos e que querem aprender as razões, a mecânica e as oportunidades disruptivas em nível monetário, tecnológico e como forma de investimento”. Dura apenas alguns meses a partir de 11 de julho, destacando o fato de que suas prioridades residem mais em apresentar aos alunos bloqueios e criptomoedas do que em ensiná-los a ser parte integrante e produtiva da própria indústria de criptomoedas.

Mais uma vez, cursos de curta duração que atendem aos profissionais e terminam em um certificado ou diploma estão se tornando cada vez mais comuns em todo o resto do mundo. Em fevereiro, a RMIT University na Austrália lançou um curso on-line de oito semanas, Developing Blockchain Strategy, no qual – pelo preço de cerca de US $ 1.200 – os alunos receberão uma “introdução aos princípios básicos do blockchain”, então “examinarão o escopo a indústria blockchain mais ampla “e, finalmente, será aconselhado sobre como se “aplicar esses aprendizados ao [seu] próprio negócio “.

De volta à Europa, a Copenhagen Business School na Dinamarca tem uma semana de escola de verão Blockchain desde 2016, com a edição deste ano prevista para agosto, e para “focar na aplicação da tecnologia blockchain para a geração de negócios e valor social ”

Na Rússia, três instituições adicionaram cursos sobre criptomoedas em seus programas financeiros no final de 2017: a Universidade Estadual de Moscou, a Universidade Estadual de São Petersburgo e a Escola Superior de Economia. Enquanto isso, algumas universidades técnicas (Instituto de Física e Tecnologia de Moscou, Universidade Nacional de Ciência e Tecnologia) estão adicionando cursos sobre como desenvolver criptomoedas. Os destaques do curso são as maneiras pelas quais algumas nações pretendem ensinar aos alunos os meios de construir blockchains em vez de de apenas compreendê-las em um nível conceitual e financeiro.


Imagens: cortesia de Pixabay.

5 criptomoedas para ficar de olho neste trimestre

Muitas pessoas tem dúvidas ao adotar outras criptomoedas que não sejam as mais conhecidas como o Bitcoin e o Ethereum. Porém, moedas em queda tem seus preços reduzidos e podem ser uma grade oportunidade de aquisição. Abaixo deixamos a lista oferecida pelo site Bitcoinist sobre as 5 criptomoedas para ficar de olho neste trimestre.

NAGA COIN (NGC)

Nagacoin (NAGA)

O primeiro lugar na lista das criptomoedas para se ficar de olho neste trimestre vai paga o NAGA COIN (NGC).

NAGA COIN é o token que alimenta o ecossistema expansivo e abrangente do NAGA – que inclui NAGA TRADER, NAGA WALLET e NAGA VIRTUAL. Com isso, queremos dizer que é o símbolo de utilidade descentralizada usado tanto para negociação quanto para investimento em mercados financeiros, bens virtuais e outras criptomoedas.

A força da NGC está em sua utilidade. Tudo o que acontece no ecossistema do NAGA gira em torno do NGC, pois o token pode ser usado para pagar taxas, atuar como garantia e servir como a moeda principal de todas as transações. Recentemente, o NAGA apresentou seu ICO-Hub, um recurso do NAGA WALLET que permite aos usuários participar das ofertas de moedas mais interessantes e emocionantes com apenas alguns cliques, usando o NGC como forma de pagamento direto. Isso faz da NGC o principal impulsionador da economia sustentável da plataforma, na qual a demanda está cada vez maior à medida que mais usuários, editores de jogos e instituições financeiras de grande valor descobrem os muitos benefícios que o ecossistema NAGA tem a oferecer.

Para os traders, NAGA COIN – como muitas altcoins – caiu substancialmente em relação aos seus máximos históricos. Com tal utilidade real e um ecossistema diversificado apoiando a moeda, no entanto, este é certamente um sinal que vale a pena considerar seriamente antes do próximo ciclo de altcoins.

LITECOIN (LTC)

Lietecoin (LTC)

Sobre o assunto de estar substancialmente abaixo das máximas de todos os tempos, a Litecoin – muitas vezes chamada de irmão mais novo da Bitcoin – está atualmente sendo negociada no que muitos podem considerar um desconto substancial.

Gabriel Francisco, do TMT Blockchain Fund, por exemplo, acredita que a Litecoin se tornará uma das primeiras criptomoedas a realmente ganhar adoção para os consumidores – ao mesmo tempo, alegando que a relação risco-recompensa é muito alta. Ele notou:

À beira da grandeza, Litecoin está se preparando para uma foto da lua de tirar o fôlego. Apelidado de “the rock” às vezes, esse clone da Bitcoin mostrou incrível resiliência de mercado e inércia de preço. Com 84 milhões de unidades, o Litecoin é quatro vezes mais rápido que o Bitcoin e tem quatro vezes o fornecimento. Em outras palavras, o Bitcoin é para o ouro o que o Litecoin é para a prata.

Enquanto isso, a parceira da Litecoin Foundation, TokenPay Swiss AG, anunciou sua parceria com o WEG Bank da Alemanha, que vê a plataforma de pagamento descentralizada e auto-verificável adquirir 9,9% do banco. Os outros 90% do banco terão sido comprados, dependendo da aprovação regulatória obrigatória.

Independentemente de como os planos futuros da Litecoin se desenvolvam, uma coisa é quase certa: o clone do Bitcoin seguirá os passos do seu irmão mais velho, onde quer que ele vá.

EOS (EOS)

EOS

A EOS pode alegar ser ‘The Ethereum Killer’, mas teve um 2018 bastante volátil – aumentando vertiginosamente até os novos máximos históricos antes do lançamento de sua rede principal e, subseqüentemente, entrando em colapso para níveis talvez irracionais.

O velho ditado afirma que você deve comprar quando os outros estão com medo. Bem, muitos estão com medo da EOS agora. O lançamento da plataforma foi incômodo, para dizer o mínimo, com preocupações sobre a centralização, fazendo com que o CTO Dan Larimer sugerisse o fim da constituição do projeto e começasse novamente do zero.

Deixando de lado o seu problemático lançamento, as plataformas de contratos inteligentes concorrentes certamente desafiarão a Ethereum no futuro – e a EOS está bem posicionada para liderar essa carga.

NEO (NEO)

NEO

A NEO é muitas vezes apelidada de “The Ethereum of China” (O Ethereum da China), mas na verdade é muito mais do que isso. Conforme notado pela análise da eToro, a NEO tem parcerias sólidas e amplo apoio da comunidade de criptomoedas asiática – e é uma das moedas mais promissoras no espaço de criptografia, com o ambicioso objetivo de se tornar a principal “economia inteligente” do mundo nos próximos anos.

Com metas tão elevadas e fundamentos sólidos por trás do projeto – que é altamente considerado pela Weiss Ratings – ignorar o NEO a esses preços pode ser considerado tolo. Além disso, a plataforma tem pouca concorrência em seu país de origem, a China.

CARDANO (ADA)

Cardano

Cardano é uma plataforma de computação distribuída fundamentalmente sólida que executa o blockchain para a criptomoeda ADA.

A ideia de Charles Hoskinson foi recentemente listada nas exchanges Bithumb e Huobi e tem planos grandiosos para revolucionar o mundo através da sua blockchain e moeda digital. É lógico que os caixas eletrônicos Cardano começarão a surgir em todo o mundo quando a criptomoeda for adotada.

Ao contrário de outras altcoins, a pesquisa fundamental subjacente ao projeto e a atenção aos detalhes em detrimento da publicidade e anúncios fabricados colocam Cardano em posição de ter sucesso – enquanto outros oferecem um pouco mais do que promessas vazias.

Do ponto de vista da negociação, Cardano também está longe de sua alta histórica – e com fundamentos tão fortes, pode-se considerar essa altcoin como uma aquisição de baixo risco e alta recompensa para sua carteira de investimentos.


Imagens: cortesia de Shutterstock, NAGA